4 mitos sobre medicamentos fitoterápicos que você precisa conhecer

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Diante das infinitas opções de medicamentos convencionais, a fitoterapia entra como um método alternativo por meio de princípios ativos totalmente naturais. Com poucos efeitos colaterais, preservando os órgãos do seu organismo, os medicamentos fitoterápicos estão sendo cada vez mais receitados. 

Entretanto, muita gente ainda desconhece os tratamentos feitos através das folhas de várias espécies de plantas e acaba acreditando em mitos. Objetivando esclarecer isto, vamos explicar quatro mitos com relação à fitoterapia. 

1. Tratamentos não são tão efetivos 

Ao contrário do que muita gente pensa, os medicamentos fitoterápicos são tão efetivos quanto os industrializados e sintetizados nos laboratórios, conhecidos como alopáticos.

Inclusive, a OMS (Organização Mundial da Saúde) reconhece os benefícios das plantas para combater vários males que atingem os seres humanos, de resfriados a doenças mais graves, como o câncer. 

E, no Brasil, existe desde 2008 o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, o que garante um acesso mais seguro aos princípios terapêuticos contidos nas folhas. 

Até mesmo quem faz tratamento no SUS (Sistema Único de Saúde) pode contar com 12 medicamentos fitoterápicos, distribuídos gratuitamente sob aprovação da Anvisa.

Entre eles, estão os princípios ativos contidos na aroeira, babosa, espinheira santa, guaco, hortelã, unha de gato e outros. 

2. Chás e plantas medicinais são 100% fitoterápicos 

O que caracteriza os medicamentos fitoterápicos, além da origem vegetal, é a regulamentação por parte da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), assim como a forma como são armazenados, passando por testes de segurança e eficácia e uma classificação botânica. 

Ou seja, chás feitos com folhas de plantas simplesmente secas e cortadas não asseguram que se trata de um fitoterápico. 

Por isso, é importante pesquisar a origem do seu medicamento fitoterápico, tendo em vista que o consumo vem crescendo a cada ano no Brasil. 

3. Qualquer pessoa pode receitar

Não pense que plantar determinada erva medicinal no quintal de sua casa lhe dará os pré-requisitos para receitar um medicamento fitoterápico. 

O assunto é muito sério, e as prescrições só podem ser feitas por terapeutas devidamente registrados, médicos com especializações na área, nutricionistas, médicos veterinários, dentistas, fisioterapeutas e enfermeiros, desde que tenham embasamento teórico e prático.

Isso porque é necessária a correta dosagem, horários pré-definidos de ingestão, além de conhecimento técnico para saber indicar o exato princípio ativo para combater o que precisa ser tratado.

Por isso, analise com cuidado o profissional que irá te atender, assim como o local onde você pretende adquirir os produtos. 

4. Fitoterápicos não têm efeito colateral 

Apesar dos medicamentos fitoterápicos serem 100% naturais — sendo a grande maioria oriunda do Brasil, onde estão 55 mil espécies das 250 mil catalogadas em todo o mundo —, alguns efeitos colaterais podem acontecer em alguns organismos. 

Caso determinados medicamentos sejam consumidos de maneira errada, como erro na dosagem, eles podem causar problemas gastrointestinais. Um exemplo é a ingestão exagerada da cáscara sagrada. 

A erva de São João, que tem um princípio ativo que combate a depressão, também pode causar hipertensão quando consumida juntamente com queijos, repolho, picles ou vinho. Também por isso é necessário que os fitoterápicos sejam receitados por alguém competente. 

Como a fitoterapia tem eficácia comprovada no tratamento de várias doenças, compartilhe este artigo com seus amigos e familiares nas redes sociais. Afinal, informação é sempre bem-vinda!

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